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26.04.2016

Fundeste celebra 45 anos de contribuição no desenvolvimento do ensino

A década de 1970 foi marcada por eventos que mudaram a história. Neste período foi criado o primeiro microprocessador do mundo e a Guerra do Vietnã terminou. A “beatle mania” entristeceu com o término do quarteto britânico The Beatles e o primeiro telefone portátil foi inventado. Outro fato, não menos importante, foi o início do desenvolvimento do ensino superior no Oeste catarinense, com a criação da Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste (Fundeste).

Em 4 de julho de 1970 a Fundação foi criada oficialmente, em assembleia geral, com a presença de autoridades de 37 municípios, do então secretário dos Negócios do Oeste, Plínio Arlindo de Nes, e do bispo diocesano da época, dom José Gomes.

Três anos depois, iniciaram as atividades da universidade como Centro de Ensino Superior (CES/Fundeste), que mais tarde se tornaria a Unoesc. Em 2001 foi realizado o processo de desligamento do campus Chapecó da Unoesc e no ano posterior a Unochapecó recebeu credenciamento como universidade. Hoje, além da instituição de ensino, a Fundação é mantenedora da Farmácia Escola e do Instituto Goio-En.

Ideias audaciosas

Como descreve o presidente da Fundeste, Vincenzo Francesco Mastrogiacomo, na década de 70, apenas na capital do estado havia universidade. “Depois do ginásio, a pessoa estudava os cursos científicos ou se formava como contador. Certas famílias mandavam seus filhos para Porto Alegre, Florianópolis ou Curitiba”, explica. Apesar disso, Santa Catarina se desenvolveu de forma diferente, através das fundações – que foram as alternativas para implantar cursos universitários.

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Mastrogiacomo conta que a ideia de trazer cursos superiores era muito ousada para a época. “No início, o Conselho Estadual de Educação definia que curso seria implantado. O primeiro foi Pedagogia [em 1972]. Mas nós pensávamos que não era importante, pois vivíamos um momento aquecido na economia industrial e queríamos as engenharias, medicina”, revela o presidente que hoje compreende melhor o fundamento que os cursos de licenciatura proporcionaram no início.

O momento agora é de pensar no futuro. Segundo o presidente, o conhecimento deve acompanhar a sociedade. Isso significa que se os sujeitos mudaram, o ensino também deve seguir essa mudança. “Como os professores darão aula se entram na sala e se depararem com estudantes que vivem em uma geração diferente da deles?”, questiona o presidente.

A saída é proporcionar conhecimento atualizado, inovador e oxigenado. “Os estudantes precisam se tornar o fator de desenvolvimento”, o que para Vincenzo surge quando a academia oferece oportunidades e quando os acadêmicos assumem uma postura protagonista.

Para celebrar os 45 anos de conquistas da Fundação, será realizada nesta sexta-feira (3) uma cerimônia com autoridades e convidados. Serão homenageados cinco egressos e dois docentes do primeiro curso da Fundeste. Eles receberão uma lembrança como forma de agradecimento pelas contribuições prestadas à instituição. O evento ocorrerá no Salão de Atos da Unochapecó, às 19h.

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